Sonho Internacionalista – Por Daniela Alves

Observando em várias cidades do nosso país, percebi que atualmente os sonhos parecem estar sendo substituídos pela “sensação de segurança”. Os sonhos estão sendo deixados para trás por aquilo que consideram ser “certo”, sem riscos.

Sonhar, requer arriscar, se jogar e entrar de cabeça em algo que você acredita! Sem acreditar em si mesmo, não há sonhos, sem acreditar no que faz, menos ainda.

E o que nós internacionalistas somos? Isso é o que vamos mostrar às instituições, empresas e sociedade em geral. Mas, antes de tudo, acredito que, todos nós, internacionalistas, somos sonhadores!

Nos arriscamos em uma profissão que ainda não é suficientemente conhecida e por que? Porque sabemos que o nosso papel na sociedade é relevante, que podemos cooperar, que podemos elaborar estratégias de empresas, de governos, que podemos melhorar a vida de nossas cidades, que podemos fazer a diferença em um momento de conflito e ser a opção mais viável para administrar a paz.

E nós acreditamos em tudo isso!

Entrei na APRI por ser mais uma sonhadora, por acreditar que podemos sim ampliar a presença dos internacionalistas no mercado de trabalho, seja como empresários, professores, diplomatas corporativos, analistas internacionais, captadores de recursos internacionais, técnico em cooperação internacional, setor privado, público ou terceiro setor….

Entrei na APRI por acreditar que juntos esses sonhos podem ser concretizados. Não seremos mais do mesmo, seremos a diferença.

Idealistas? Posso dizer que sim, mas lembro que atuaremos no mais puro realismo que os internacionalistas vivem atualmente: incerteza.

Agora, vamos pegar essa incerteza que paira no ar e transformá-la. Esse é o papel de todos nós, na APRI. Cada um de nós podemos fazer a diferença.

Seja a diferença, seja um sonhador(a), seja APRI.

 

Daniela Alves

Vice-Presidente do Conselho Deliberativo – APRI

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